segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Instituto Nuno'Alvres não ficou indiferente!


“Estamos aqui reunidos para nos juntarmos a milhões de pessoas que, por todo o Mundo neste dia, mostram o seu compromisso de luta contra a pobreza extrema e a desigualdade”.

Foi assim que começou, mais uma vez, a manifestação contra a pobreza que se fez ouvir no nosso Colégio: A cor branca, como símbolo da pobreza, contribuiu também para que os ouvidos sensibilizados escutassem, em silêncio, o Manifesto “Levanta-te” 2009.


(...) Duas grandes faixas de apelo à solidariedade e partilha encheram o nosso colégio e prenderam a atenção de toda uma família, que todos os dias se reúne, também, para aprender, ajudar e sensibilizar para os dramas da Humanidade.
10:00 horas, em todos os relógios, em todas as salas, em todos os corredores, em todo o Colégio. A campainha tocava e já o pátio se enchia de uma paisagem branca que simbolizava a paz. Era a família do nosso Colégio. Era chegado o momento de dizer: “Não Fiques Parado! Actua!” Depois de um silêncio arrepiante, vozes de alunos sensibilizados leram o manifesto de apelo a esta causa.



Depois de ouvidas as palavras de justiça, chegou a altura de nos baixarmos. Todos sentados, e tocados pela música ambiente, uma alta voz nos fez ouvir a contagem decrescente. Começou em 10, 9, 8, 7, 6, 5… até que ouvimos o 0 (zero)! Todos, nesse momento, se levantaram, como sinal de querer contribuir para a erradicação da pobreza!





Pombas brancas sobrevoavam o colégio… o GRAPA cantava, entoando: “Não Fiques Parado” e toda uma nostalgia nos preenchia e nos fazia sorrir. Afinal estávamos unidos, afinal havia amor e um espírito de solidariedade que nos invadia e ao mesmo tempo nos contemplava.

Dêem luzes á esperança e à continuidade desta causa!… Hoje são uns a morrer à fome. E amanhã? Portanto, porque somos a primeira geração que pode erradicar a pobreza, NÃO PODEMOS FICAR INDIFERENTES!

O Recorde Mundial do Guinness foi mais uma vez batido por gente de todo o mundo que exige aos seus líderes acabar com a pobreza.

O Recorde Mundial do Guinness foi ultrapassado, quando 173,045,325 cidadãos e cidadãs se juntaram em mais de 3000 eventos por mais de 120 países, para exigir aos seus governos que erradiquem a pobreza extrema e que cumpram os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).

O INA não ficou INDIFERENTE!


Área Projecto 12ºD

texto integral em http://www.institutonunalvres.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=216&Itemid=1

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

173 milhões de pessoas em todo o mundo

“A maior mobilização humana da história por uma mesma causa”, é assim que a acção “Levanta-te e Actua” está registada no livro dos recordes do Guiness.

Um novo recorde foi estabelecido com 173 milhões de pessoas que se organizaram em mais 120 países, para exigir aos seus governos que erradiquem a pobreza extrema e que cumpram os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).

Portugal contribuiu com mais de 147 mil pessoas para esta mobilização mundial. Portugal provou uma vez mais que a sociedade civil está presente, activa, informada e interessada em mudar o mundo.

O nosso país foi o que teve mais participantes na Europa em termos percentuais, mobilizando cerca de 1,4% da sua população. Em relação ao número de acções, estas representam 10% dos eventos mundiais!

Destacam-se centenas de acções em escolas, que com energia realizaram concentrações nos pátios, exposições, representações culturais e dezenas de mobilizações de rua, com cordões humanos e marchas brancas.
A maior concentração de pessoas ocorreu em Lisboa, seguida de Aveiro, Porto e Braga.

A sociedade civil mostrou assim, uma vez mais, que quer viver num mundo com menos pobreza; em que as mulheres não continuem a morrer durante o parto; onde não há discriminação de género; onde crianças e adultos não morram por doenças que se podem prevenir; onde há o direito à educação primária para todos; onde o ambiente é protegido e onde os nossos líderes tomam decisões ponderadas à escala global.

Continuemos então a unir-nos em torno de grandes causas, recusando a inércia e indiferença. Porque o mundo não é dos outros, dos maus ou dos bons, dos ricos ou dos pobres. É de todos nós, e cada um tem um papel decisivo e fundamental na construção do dia de amanhã.

“Temos cidadãs e cidadãos determinados em mostrar aos seus governos que os responsabilizam para o cumprimento das suas promessas para acabar com a pobreza.”
Salil Shetty, Director da Campanha do Milénio das Nações Unidas


Números internacionais da participação no “Levanta-te e Actua”
» Ásia - 100 milhões de pessoas
» África - 37 milhões de pessoas
» Médio Oriente - 31 milhões de pessoas
» Europa - 2 milhões de pessoas
» América Latina – 200 mil pessoas
» Estados Unidos da América – 200 mil pessoas
» Oceânia – 170 mil pessoas

Comunicado da OIKOS - Cooperação para o Desenvolvimento

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Estudantes de Braga levantam-se contra a pobreza




"Despertar consciências para o problema da pobreza, exigindo que os governos cumpram as promessas para acabar com este flagelo que, em Portugal, afecta 18% da população. Este foi o principal objectivo com que 500 alunos da Escola Profissional de Braga integraram ontem um cordão humano que uniu as instalações do referido estabelecimento de ensino à Rua Conselheiro Lobato.

Através deste movimento, que contou com a participação praticamente de toda a sua comunidade escolar, a Escola Profissional de Braga pretendeu juntar a sua voz à iniciativa ‘Levanta-te e Actua’, acção de carácter internacional do ‘Global Call Against Poverty’ e da ‘Millenium Campaingn’ que em Portugal é coordenada pela Pobreza Zero, Objectivo 2015, Desafio Miqueias e OIKOS.
Em 2008 mais de 116 milhões de pessoas participaram nesta acção, tendo Portugal contribuído com mais de 93 mil vozes.

Até amanhã (18 Outubro) decorrerão em todo o mundo uma série de acções para alertar os governos da necessidade de cumprir as promessas de acabar com a pobreza extrema e de alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) até 2015.

Natália Rebelo, coordenadora do curso de Marketing da EPB e promotora deste cordão humano confidenciou ao ‘CM’ que esta actividade, que no ano transacto decorreu a nível interno, transpôs, no presente ano lectivo, os muros da escola com o objectivo de obter um maior impacto junto da comunidade envolvente, chamando a atenção para o problema.

“Quisemos ter um impacto dentro e fora da escola. Estamos numa zona residencial, e todas as pessoas que circularem entre as ruas Augusto Veloso e a Conselheiro Lobato, tomarão contacto com o nosso manifesto”, diz Natália Rebelo.

Pobreza atinge 18% da população portuguesa

O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza assinala-se hoje, numa altura em que 18 por cento dos portugueses são pobres.
Uma realidade que as instituições de apoio social dizem estar a agravar-se.
Segundo a Assistência Médica Internacional (AMI), os seus centros Porta Amiga apoiaram no primeiro semestre deste ano mais 10 por cento de pessoas do que no mesmo período do ano anterior. 'Estes valores demonstram uma nítida tendência para um crescente número de casos de pobreza persistente.

A grande maioria destas pessoas encontra-se em plena idade activa, entre os 21 e os 59 anos de idade', pode ler-se num comunicado daquela organização.
Além disso, a AMI destaca que há cada vez mais novos casos de pobreza. No primeiro semestre deste ano 'foram 1836 as pessoas que recorreram pela primeira vez ao apoio social da AMI, mais 24 por cento do que no mesmo período no ano anterior'.

Também a Rede Europeia Anti-Pobreza se manifesta preocupada com a situação em Portugal, onde afirma que 18 em cada 100 pessoas vivem na pobreza.
“O número europeu que serve de referência para definir a pobreza equivale a um vencimento mínimo mensal de 406 euros mensais. Quem tiver um rendimento inferior a 406 euros é pobre”, disse Agostinho Jardim Moreira, presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza (REAP).".

Por Paula Maia, Correio do Minho

Notícia em http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=16186

Escolas solidárias


A EB 2,3 de Nogueira não deixou passar em branco o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza e associou-se à campanha ‘Levanta-te e actua”, coordenada pela Pobreza Zero. Anteontem, 733 elementos desta escola levantaram-se literal e simbolicamente contra a pobreza.

Dos 733 elementos, há que realçar que 705 eram alunos, que desta forma se comprometeram em fazer da sua “a primeira geração que pode erradicar a pobreza extrema”. Os restantes 28 eram professores e auxiliares.

A comunidade escolar ‘levantou-se’ duas vezes, às 11 e às 16 horas, sempre ao som da música ‘Stand Up’, de Boss Ac. O momento contou ainda com a actuação de dez alunas da escola que executaram uma coreografia. Na ocasião foi também lido um manifesto em que os alunos explicavam que se levantavam “em solidariedade com todos aqueles que acreditam num mundo em que a pobreza e a fome podem acabar”.

Numa nota enviada à imprensa, o Agrupamento de Escolas de Nogueira destaca o seu cariz solidário “que fomenta em toda a comunidade os valores estruturantes da personalidade tendo em vista a formação de jovens críticos, socialmente empenhados e actuantes”.

A campanha ‘Levanta-te e actua’ é um apelo global à acção. Em todo o mundo, entre sexta-feira e hoje, milhões de pessoas levantam-se e exigem que os seus governos cumpram a promessa de acabar com a pobreza extrema e que se alcancem os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio até 2015.

Notícia em “Correio do Minho”, 20 Outubro
http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=16208#

segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Escola Secundária José Estevão (Aveiro)


No âmbito do "Levanta-te e Actua", a Escola Secundária de José Estêvão em Aveiro, realizou uma acção de sensibilização para os problemas da pobreza , da discriminação e os Objectivos do Milénio.
Directamente estiveram envolvidos aproximadamente quarenta alunos que representaram cenários ilustrativos de problemas do quotidiano, sensibilizando grande parte da comunidade escolar.

sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

CGE e Pobreza Zero juntas contra a Pobreza!

Aproxima-se o dia internacional para a erradicação da pobreza, 17 de Outubro, e a CGE une a sua voz à Campanha Pobreza Zero mais uma vez.

Voltamos a lançar o desafio à comunidade educativa de participarem no “Levanta-te Contra a Pobreza”, organizando uma acção simbólica no dia 16 de Outubro e a leitura do Manifesto.

Participem!

Enviem-nos as vossas fotografias e detalhes sobre a vossa acção para info@educacaoparatodos.org para divulgarmos no nosso website e blogue.

Porque a pobreza não nos é indiferente.

terça-feira, 21 de Outubro de 2008

PORQUÊ?

980 milhões de pessoas vivem com menos de 75 cêntimos por dia e quase metade da população mundial (2,8 mil milhões) vive com menos de 1,5 € por dia.

Mais de 800 milhões de pessoas vão para a cama com fome todos os dias... 300 milhões delas são crianças. Desses 300 milhões de crianças, apenas 8% são vítimas de secas ou outras situações de emergência; mais de 90% sofre de má nutrição de longo prazo e deficiências de micronutrientes.

A cada ano, seis milhões de crianças morrem de subnutrição antes de completarem cinco anos de idade.

Mais de 50% dos africanos sofre de doenças relacionadas com a água, como a cólera e a diarreia infantil.

A cada 30 segundos, uma criança africana morre de malária – num total de mais de um milhão de mortes infantis por ano.

A cada ano, entre 300 e 500 milhões de pessoas são infectadas com malária. Cerca de três milhões de pessoas morrem como resultado.

A África Subsariana tem apenas 4% dos trabalhadores de saúde, mas 25% do peso mundial de doenças. As Américas têm 37% dos trabalhadores de saúde, mas apenas 10% do peso mundial de doenças.

Mais de 1 a cada 4 pessoas adultas não conseguem ler ou escrever. Dois terços
delas são mulheres.

As mulheres trabalham dois terços das horas de trabalho no mundo, produzem metade da comida do mundo, mas recebem apenas 10% da renda mundial e possuem menos de 1% da propriedade privada mundial.

Quatro em cada dez pessoas no mundo não têm sequer acesso a uma simples latrina. Cinco milhões de pessoas, a maioria delas crianças, morrem em cada ano devido a doenças ligadas ao contacto com a água.

2,6 mil milhões de pessoas não têm acesso a condições sanitárias dignas. O Objectivo de Desenvolvimento do Milénio 7, de providenciar metade do deficit global de condições sanitárias, partindo dos níveis de 1990, apela para a extensão das mesmas a mais de 120 milhões de pessoas por ano até 2015.


(Fontes: Relatório de Desenvolvimento Humano 2003, 2005 e 2006, Indicadores do Milénio, Projecto do Milénio, FAO, UNESCO – Relatório de Monitoramento Global 2007, Campanha pela Educação, UNAIDS, UNICEF)